É lindo, não é? O jeito que a voz dele transmite a paz que um dia ela tanto procurou, e a forma que o brilho dos olhos dele cativa seu coração. É tão lindo aquele tom manhoso na voz dela quando o chama de amor, e a vontade que ele tem de sonhar com ela todas as noites ao deitar-se. Todas as vezes que ela põe a cabeça em seu travesseiro, é nele que ela está pensando. E todas as vezes que o coração dele aperta, é pela falta que ela lhe faz. Ela gosta quando ele canta. Ele gosta quando ela sorri. Ela acha fofo quando ele fica sem graça. Já ele, acha fofo quando ela fica brava. Ele é o seu algodão doce. Ela, o seu docinho de café. É tão lindo quando ele faz algo engraçado e suas risadas entram em sintonia; quando ela fica brava porque ele demorou, então ele pede desculpas com um tom de “me cuida”, e nessa hora ela cuida com todo amor; quando eles brigam feito dois idiotas e em menos de uma hora já querem se aninhar no colo um do outro. Mas é de dar dó, quando ela chora pela falta que ele faz por não estar ali coladinho nela. É de dar dó, quando ele chega com toda aquela insegurança, com medo de perdê-la. Ela precisa dele. E mesmo na distância ele cuida dela. É tão lindo, não é? Ela não sabe mais viver sem ele, e nem ele viver sem ela.
Jackelaine L. Pinto, Recitografar
Publicado em 14 de September de 2015, com 1,861 notes, às 6:10pm.